Áreas de atuação

Onde o direito encontra a tecnologia — e a vida das pessoas.

A prática se organiza em quatro frentes complementares. Cada uma é desenhada para um momento de vida ou de negócio em que a privacidade, a proteção de dados ou a tecnologia deixam de ser teoria.

A atuação para empresas e organizações cobre o ciclo completo de privacidade e proteção de dados: do diagnóstico inicial à governança contínua, passando por contratos, transferências internacionais, resposta a incidentes e adequação a marcos regulatórios emergentes — incluindo inteligência artificial.

Áreas frequentes de trabalho

  • Diagnóstico e plano de adequação à LGPD, GDPR, Law 25 (Quebec) e outras legislações
  • Atuação como Encarregada (DPO) externa — em modelo de retainer ou projeto
  • Revisão e elaboração de contratos com cláusulas de tratamento de dados (DPA, BCR, cláusulas-padrão)
  • Governança de inteligência artificial — alinhamento com o EU AI Act, o Colorado AI Act e o PL 2338/2023
  • Avaliação de impacto à proteção de dados (RIPD/DPIA) e avaliações de risco em IA
  • Resposta jurídica a incidentes de segurança envolvendo dados pessoais, incluindo comunicação à ANPD
  • Suporte em auditorias, fiscalizações e procedimentos administrativos perante autoridades
  • Treinamentos e capacitação interna de equipes jurídicas, de tecnologia e de negócios

Setores com experiência consolidada

  • Saúde e ciências da vida
  • Serviços financeiros e seguros
  • Tecnologia, SaaS e plataformas digitais
  • Educação e infância
  • Recursos humanos e relações de trabalho
  • Aviação e infraestrutura crítica

A atuação para pessoas físicas costuma surgir de um momento específico: a descoberta de que algo está acontecendo com seus dados, uma exposição indesejada na internet, ou a necessidade de proteger uma posição pública. Cada caso recebe atenção individual, com discrição e estratégia.

Situações frequentes

  • Exercício de direitos como titular de dados (acesso, correção, portabilidade, exclusão)
  • Remoção de conteúdo da internet e direito ao esquecimento
  • Defesa contra uso indevido de imagem, dados pessoais ou informações sensíveis
  • Resposta a notificações de incidentes envolvendo seus próprios dados
  • Proteção da reputação digital de profissionais liberais, executivos e empresários
  • Orientação para criadores de conteúdo, influenciadores e figuras públicas
  • Análise de contratos e termos com impacto direto na privacidade pessoal
  • Aconselhamento em situações envolvendo redes sociais, plataformas e marketplaces

A exposição digital de crianças e adolescentes é uma das questões mais delicadas do nosso tempo. A LGPD reconhece os dados de menores como categoria sensível, e o Estatuto da Criança e do Adolescente impõe deveres adicionais a quem trata essas informações. A combinação dessas normas exige cuidado técnico e sensibilidade humana.

Situações frequentes

  • Exposição de imagem e dados de crianças em redes sociais — por terceiros ou pelos próprios pais
  • Conflitos sobre o uso da imagem de crianças por separação ou divórcio
  • Proteção de dados escolares, médicos e psicológicos de menores
  • Aconselhamento a pais de crianças com presença pública (atletas, artistas, influenciadores mirins)
  • Tratamento de dados em plataformas voltadas a crianças e adolescentes (EdTech, apps, jogos)
  • Resposta a incidentes envolvendo dados de menores
  • Orientação a escolas e instituições de ensino sobre tratamento de dados de alunos
  • Defesa em casos de cyberbullying e exposição vexatória de adolescentes

Princípios que orientam essa atuação

O direito da criança à própria imagem, à intimidade e ao desenvolvimento saudável não se negocia. Cada caso é conduzido com discrição absoluta, foco no melhor interesse do menor e respeito ao papel dos responsáveis.

A Web3 redesenha categorias jurídicas que estavam estabilizadas há séculos: propriedade, contrato, intermediação, identidade. Atuar nesse campo exige conhecimento técnico real da infraestrutura — não apenas das normas — e capacidade de transitar entre regimes regulatórios em rápida transformação no Brasil, na União Europeia, no Canadá e em outras jurisdições.

Áreas frequentes de trabalho

  • Estruturação jurídica de operações com criptoativos — emissão, custódia, intermediação e exchanges
  • Tokenização de ativos do mundo real (RWA) — imobiliários, recebíveis, commodities e participações
  • Adequação a marcos regulatórios — Lei 14.478/2022 no Brasil, MiCA na União Europeia, regimes provinciais no Canadá
  • Governança de protocolos descentralizados (DAOs) e estruturação jurídica de comunidades
  • Revisão jurídica de contratos inteligentes (smart contracts) e seus efeitos no mundo físico
  • Interface entre Web3 e proteção de dados — pseudonimização on-chain, direito ao esquecimento em blockchain pública
  • Prevenção à lavagem de dinheiro (PLD) e know-your-customer (KYC) em operações com criptoativos
  • Estruturação de programas de stablecoins, NFTs com função utilitária e tokens de governança

Perspectiva sobre essa fronteira

Web3 não é uma moda — é uma camada de infraestrutura que vai conviver por décadas com os sistemas tradicionais. O trabalho jurídico aqui é, simultaneamente, técnico e estratégico: traduzir uma nova arquitetura tecnológica em estruturas legais que protejam projetos, investidores e usuários.

Contato

Para iniciar uma conversa.

Atendimento em todo o Brasil, com possibilidade de atuação internacional. Cada caso começa por uma conversa inicial para compreender a situação e o que pode ser feito.