Atuo na área de privacidade e proteção de dados desde antes de ela ter o nome que tem hoje no Brasil.
Em mais de dez anos de prática, conduzi projetos em múltiplas jurisdições — Brasil, América Latina, América do Norte, Europa e Ásia — atendendo desde indivíduos com situações pontuais até grupos empresariais multinacionais com operações em dezenas de países. Essa trajetória me deu algo que considero raro nesta área: a capacidade de transitar com fluência entre regimes legais distintos sem perder a perspectiva do que realmente importa em cada caso.
Sou formada em Direito, com Mestrado em Direito da Tecnologia pela Université de Montréal e formação complementar em Privacy, Information Governance and Access in the Digital Enterprise pela University of Toronto. Tenho especialização em Neurociência pela PUCRS e MBA em Marketing Digital — combinação que sustenta meu interesse pelas interseções menos óbvias entre direito, comportamento humano e tecnologia.
Por que escolhi esta área
Quando comecei a me especializar em privacidade e proteção de dados, há mais de uma década, era um campo que poucos colegas levavam a sério. Hoje, com inteligência artificial tomando decisões que afetam pessoas, com tecnologias capazes de captar até estados mentais, e com crianças expostas digitalmente antes de aprenderem a ler, essa área se tornou central.
Não me arrependo da escolha. E sigo apaixonada pela combinação rara que ela exige: rigor técnico, sensibilidade humana e visão de futuro.
Como trabalho
Cada projeto e cada cliente recebe atenção pessoal. Não vendo pacotes prontos: cada situação é desenhada para o seu contexto, o seu tamanho e o seu momento. A complexidade jurídica fica do meu lado da mesa — do lado do cliente fica a clareza sobre as opções, os riscos e os caminhos possíveis.
Trabalho em português, inglês e francês, o que permite atender com naturalidade tanto clientes brasileiros quanto operações internacionais que envolvam o Brasil.
Filiações
Membro da Associação Brasileira de Inteligência Artificial (Abria), do Instituto Nacional de Proteção de Dados (INPD) e da International Association of Privacy Professionals (IAPP), entre outras organizações da área.